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França, Reino Unido e Grécia enviam forças marítimas ao Mediterrâneo

Nações europeias mobilizam porta-aviões, fragatas e caças em resposta à escalada do conflito no Oriente Médio

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Paris, França. 4 de março de 2026. Agence France-Presse (AFP) A França, o Reino Unido e a Grécia anunciaram o envio imediato de navios de guerra e aeronaves para a região do Mediterrâneo. A mobilização ocorre em resposta direta ao prolongamento e à expansão do conflito armado. Em pronunciamento televisionado na terça-feira (3), o presidente francês Emmanuel Macron alertou que a ofensiva militar iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã está se espalhando pela região, afetando severamente a paz e a segurança internacional.

Como medida preventiva, a França decidiu deslocar um porta-aviões para o Mediterrâneo com o intuito de garantir a segurança do tráfego marítimo e proteger interesses estratégicos. Macron destacou que rotas vitais, como o Canal de Suez e o Mar Vermelho, encontram-se sob ameaça direta. O governo francês também confirmou que uma fragata já foi enviada para fortalecer as defesas aéreas na zona de tensão.

“Estamos agindo para garantir que a liberdade de navegação seja preservada e que o conflito não desestabilize ainda mais as rotas comerciais fundamentais para a Europa.”

A movimentação militar conjunta ganha força após ataques de drones atingirem uma base da força aérea britânica em Chipre no último domingo (1). Na terça-feira (3), o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, indicou que a ação foi conduzida pelo Irã e seus aliados regionais. Em resposta, o Reino Unido mobilizará um destróier e dois helicópteros para aumentar a capacidade de interceptação de drones na área.

A Grécia também reforçou sua presença militar em Chipre com o envio de duas fragatas e caças de combate, sinalizando uma frente unificada de defesa no flanco sul da Europa.

Com o aumento da presença militar europeia, o Mediterrâneo Oriental torna-se um ponto de vigilância crítica. As autoridades de defesa das três nações afirmam que a prioridade é neutralizar ameaças aéreas e garantir que as infraestruturas militares em solo europeu e seus territórios adjacentes não sejam alvo de novas incursões do regime iraniano ou de grupos extremistas ligados a Teerã.

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