Ex-piloto dos EUA é acusado de treinar militares chineses

Antigo oficial da Força Aérea teria fornecido instrução tática sem autorização do governo americano

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Washington, Distrito de Colúmbia, Estados Unidos. 28 de fevereiro de 2026. Associated Press (AP) – O Departamento de Justiça dos Estados Unidos informou que um ex-piloto da Força Aérea Americana (USAF) foi formalmente acusado de treinar pilotos militares chineses sem a devida autorização do governo dos EUA. O anúncio, realizado na quarta-feira (25), detalha a prisão de um antigo oficial de 65 anos, sob queixa criminal de fornecer e conspirar para fornecer serviços de defesa a forças estrangeiras.

Durante sua carreira militar, o oficial serviu como instrutor de pilotos de caça em uma variedade de aeronaves de elite, incluindo o F-15 e o F-16. Além de sua experiência em combate, ele comandou unidades responsáveis por sistemas de lançamento de armas nucleares. Após deixar o serviço militar, o indivíduo trabalhou recentemente como instrutor de simuladores para prestadores de serviços de defesa dos EUA que treinam pilotos para operar caças furtivos F-35 e outras aeronaves de tecnologia avançada.

“O governo chinês continua a explorar a experiência de membros atuais e antigos das forças armadas dos EUA para modernizar as capacidades militares da China.”

De acordo com a denúncia, o ex-oficial começou a organizar os termos de seu contrato para treinar pilotos chineses por volta de agosto (2023). A queixa observa que, ao chegar na China, ele teria dito a um co-conspirador que teria a chance de voar aviões e instruir pilotos novamente. A legislação americana exige autorização governamental explícita quando cidadãos dos EUA fornecem treinamento a membros de forças militares estrangeiras, requisito que teria sido ignorado pelo acusado.

“A transferência de táticas de combate e conhecimento operacional por ex-instrutores representa um risco significativo à vantagem tecnológica dos Estados Unidos.”

Autoridades da Divisão de Contrainteligência e Espionagem do FBI reforçaram que a cooperação não autorizada com nações concorrentes é uma prioridade de investigação. O caso acende um alerta sobre as tentativas persistentes de Pequim em absorver o conhecimento tático ocidental para acelerar o desenvolvimento de sua própria força aérea.

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