Washington, Estados Unidos, 12 de janeiro de 2026, Associated Press – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou a pressão diplomática sobre Cuba ao afirmar que o país caribenho deve “fechar um acordo” com Washington antes que “seja tarde demais”. As declarações foram feitas em uma publicação nas redes sociais, reacendendo tensões históricas entre os dois países.
Segundo o presidente, Cuba teria se beneficiado por anos de grandes volumes de petróleo e recursos enviados pela Venezuela, cujo ex-presidente foi capturado em uma operação militar dos EUA em 3 de janeiro. Trump afirmou que, agora, Caracas estaria sob proteção norte-americana, o que encerraria qualquer fluxo de apoio à ilha.
O líder norte-americano também acusou Cuba de fornecer serviços de segurança aos “últimos dois ditadores venezuelanos” em troca de petróleo e dinheiro, alegando que muitos desses agentes teriam morrido durante a operação militar dos EUA.
Em resposta, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou nas redes sociais que Cuba permanece uma nação “livre, independente e soberana”, destacando que nenhum país dita as ações do povo cubano. Ele acrescentou que a ilha está preparada para defender sua pátria até a “última gota de sangue”.
A administração Trump tem reforçado sua política de influência sobre o hemisfério ocidental, priorizando a estabilidade das Américas e buscando limitar a atuação de governos aliados da antiga liderança venezuelana. Analistas avaliam que a nova ofensiva contra Cuba faz parte de uma estratégia mais ampla de reposicionamento geopolítico dos EUA na região.
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