Hong Kong, Região Administrativa Especial de Hong Kong, China, 1 de dezembro de 2025, Xinhua – As autoridades de Hong Kong confirmaram 146 mortes quatro dias após o incêndio que atingiu um complexo residencial de grande porte no distrito de Tai Po, ao norte da cidade. Mais de 40 pessoas continuam desaparecidas, enquanto equipes de resgate seguem as buscas entre os escombros.
O fogo começou na quarta-feira (27) e se espalhou rapidamente, destruindo sete dos oito blocos de apartamentos do conjunto habitacional. Entre as vítimas confirmadas estão sete cidadãos indonésios e um das Filipinas, segundo informações locais.
Centenas de pessoas continuam a visitar um parque próximo ao local da tragédia, levando flores e mensagens de condolências. Relatos apontam que a fila de enlutados chegou a se estender por quase dois quilômetros. Algumas mensagens também cobraram responsabilidades do governo local pela tragédia.
O Departamento de Segurança da China em Hong Kong emitiu um alerta no sábado (29), afirmando que qualquer tentativa de usar o desastre para fomentar movimentos contra o governo será severamente punida sob a lei de segurança nacional.
A polícia prendeu três responsáveis pela empresa encarregada das obras de manutenção do complexo, sob suspeita de homicídio culposo. Eles foram liberados sob fiança. Além disso, a agência anticorrupção de Hong Kong deteve 11 pessoas, incluindo os três executivos, para investigação.
O incêndio em Tai Po é considerado um dos mais graves da história recente de Hong Kong, levantando questionamentos sobre a fiscalização de obras e a segurança em grandes complexos residenciais.
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