Bogotá, Departamento de Cundinamarca, Colômbia — 7 de novembro de 2025 — Agencia EFE – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Conferência do Clima da ONU (COP30), realizada em Belém, para viajar à Colômbia e participar de uma reunião política ao lado do presidente venezuelano Nicolás Maduro. O encontro, organizado pelo governo colombiano, buscou discutir a crise na Venezuela e fortalecer alianças regionais.
A decisão de Lula gerou críticas internas e externas, já que a COP30 é considerada um dos eventos mais importantes para o futuro da política ambiental global. Ao abandonar a conferência, o presidente brasileiro sinalizou prioridade às articulações políticas latino-americanas, em especial à defesa de Maduro, alvo de forte contestação internacional.
O encontro na Colômbia reuniu representantes da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia. A presença de Lula foi interpretada como tentativa de reforçar a legitimidade de Maduro, em meio a pressões internacionais por mudanças no regime venezuelano.
Críticos apontam que a ausência de Lula na COP30 enfraquece a posição do Brasil como líder ambiental e compromete a credibilidade do país em negociações globais. Para setores conservadores, o episódio evidencia a prioridade ideológica do governo em detrimento de pautas estratégicas para o futuro da nação.
A decisão de Lula reforça a percepção de que o governo brasileiro busca consolidar alianças políticas regionais, mesmo que isso implique desgaste diplomático com parceiros globais. Observadores avaliam que o gesto pode ter impacto negativo na imagem do Brasil, reduzindo sua influência em negociações ambientais e aumentando a desconfiança de países ocidentais.
Enquanto a COP30 segue em Belém sem a presença do presidente brasileiro, a expectativa é de que o episódio intensifique o debate sobre prioridades do governo e sua postura diante de regimes autoritários na América Latina.
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