Washington, Distrito de Columbia, Estados Unidos — 2 de setembro de 2025 — Associated Press – Um plano pós-conflito para a Faixa de Gaza está sendo avaliado pelo governo do presidente Donald Trump, segundo informações divulgadas por veículos de imprensa norte-americanos. A proposta prevê que os Estados Unidos administrem o território palestino por pelo menos uma década, enquanto o enclave é transformado em um resort turístico e centro de tecnologia.
O plano, que circula entre aliados de Trump, inclui a realocação temporária — ou permanente — dos mais de 2 milhões de habitantes de Gaza. A ideia é que os palestinos deixem a região “voluntariamente”, recebendo US$ 5 mil em dinheiro, quatro anos de auxílio aluguel e um ano de alimentação.
“O objetivo é reconstruir Gaza como a ‘Riviera do Oriente Médio’, com hotéis, fábricas de alta tecnologia e centros de dados”, afirma o documento obtido por jornalistas.
Durante o processo de reconstrução, os moradores seriam abrigados em zonas seguras dentro ou fora do enclave, chamadas de “Áreas de Trânsito Humanitário”. Proprietários de terras receberiam “tokens digitais” que garantiriam direitos de reconstrução ou troca por moradia em futuras cidades inteligentes.
O plano, batizado de GREAT Trust (Gaza Reconstitution, Economic Acceleration and Transformation Trust), é coordenado por uma fundação humanitária apoiada por Washington e Israel, que atua fora do sistema da ONU.
“A proposta representa uma ruptura com os modelos tradicionais de ajuda internacional e pode redefinir o futuro da região”, avaliam analistas.
A iniciativa surge em meio ao impasse nas negociações de cessar-fogo entre Israel e Hamas. A ONU criticou duramente a ideia de relocação forçada, classificando-a como violação do direito internacional.
Trump teria discutido o plano em reunião recente na Casa Branca, com a presença de figuras como o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair. A proposta, embora ainda não oficial, reacende o debate sobre o papel dos Estados Unidos no Oriente Médio e os limites da intervenção externa em territórios em conflito.
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