Bruxelas, Província de Bruxelas-Capital, Bélgica — 30 de setembro de 2025 — Agence France-Presse (AFP) – Diversos países europeus condenaram o ataque em larga escala realizado pela Rússia contra a Ucrânia entre os dias (28) e (29), que envolveu o lançamento de 48 mísseis e cerca de 600 drones em Kyiv e outras regiões. A ofensiva deixou quatro mortos na capital ucraniana e provocou danos à seção consular da embaixada da Polônia.
A resposta internacional foi imediata. O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, classificou o ataque como “brutal” e defendeu a aprovação urgente de um novo pacote de sanções da União Europeia contra Moscou.
O ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, também se manifestou, pedindo o fim das hesitações e a intensificação das medidas punitivas. Ele defendeu a imposição de tarifas, corte de relações diplomáticas e o isolamento total da Rússia.
Os países membros da União Europeia devem votar nos próximos dias um novo pacote de sanções, que inclui a proibição da importação de gás natural liquefeito russo até o final de 2026. A medida visa reduzir a dependência energética e ampliar a pressão econômica sobre o Kremlin.
O ataque reacende o alerta sobre a escalada do conflito e reforça o posicionamento europeu em defesa da soberania ucraniana. A expectativa é de que as novas sanções sejam aprovadas com ampla maioria, sinalizando unidade política diante da agressão russa.
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