Nova York, Estado de Nova York, Estados Unidos — 25 de setembro de 2025 — Xinhua – O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, anunciou no dia (24) que a China deixará de reivindicar o tratamento especial concedido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) aos países em desenvolvimento. A declaração foi feita durante uma reunião paralela à Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada nos Estados Unidos.
Segundo Li, a China não buscará novos privilégios nas negociações atuais e futuras dentro da OMC, sinalizando uma mudança significativa na postura do país diante do comércio global. A medida é vista como um gesto de responsabilidade e maturidade econômica, considerando o papel da China como segunda maior economia do mundo.
Em comunicado, o Ministério do Comércio chinês criticou países que, segundo a pasta, promovem guerras comerciais e tarifárias, prejudicando os interesses legítimos dos membros da OMC. A declaração foi interpretada como uma referência indireta aos Estados Unidos, que há anos contestam os benefícios concedidos à China no âmbito da organização.
A decisão também é vista como uma estratégia para ampliar a influência chinesa entre os países emergentes e em desenvolvimento, conhecidos coletivamente como Global South. Ao abrir mão voluntariamente dos privilégios, Pequim reforça sua imagem de defensora do sistema multilateral de comércio e busca fortalecer alianças comerciais com outras nações.
A iniciativa foi recebida com atenção por líderes internacionais e especialistas em comércio, que avaliam os impactos da nova postura chinesa nas futuras negociações comerciais e na dinâmica entre grandes economias e países em desenvolvimento.
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