Seul, Coreia do Sul, 6 de janeiro de 2025 (Yonhap) – Investigadores sul-coreanos enfrentam dificuldades para cumprir o mandado de prisão contra o presidente destituído Yoon Suk-yeol, acusado de orquestrar uma insurreição. O mandado, emitido na véspera de Ano Novo, expira nesta segunda-feira (6).
Na sexta-feira (3), uma equipe conjunta de investigadores tentou executar o mandado ao entrar nos terrenos da residência presidencial, mas foi impedida por agentes do Serviço de Segurança Presidencial (PSS). No sábado (4), os investigadores solicitaram ao presidente interino e vice-primeiro-ministro, Choi Sang-mok, que ordenasse a cooperação do PSS na execução do mandado.
Além disso, os dois principais oficiais do PSS foram convocados para interrogatório, sob a acusação de obstrução à justiça. No entanto, segundo a mídia local, o PSS recusou a solicitação.
A defesa de Yoon anunciou no domingo (5) que pretende processar cerca de 150 integrantes da equipe de investigação, alegando que as tentativas de execução do mandado são ilegais.
A crise política na Coreia do Sul segue sem resolução clara, com a resistência à prisão de Yoon evidenciando a profundidade das tensões. A situação coloca em xeque a capacidade do governo de cumprir decisões judiciais em um momento crítico para a estabilidade política do país.
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