Tóquio, Japão, 20 de outubro de 2024 – Agência de Notícias Kyodo – Rússia e Ucrânia realizaram uma nova troca de prisioneiros de guerra, com cada lado libertando 95 cativos, totalizando 190 pessoas. O Ministério da Defesa russo confirmou na sexta-feira (18) a libertação de 95 militares russos que estavam em cativeiro na Ucrânia, em troca do mesmo número de soldados ucranianos.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy anunciou nas redes sociais que entre os soldados libertados estão defensores das siderúrgicas de Mariupol, cidade que foi palco de intensos combates no início da invasão russa.
O governo ucraniano relatou que muitos dos soldados libertados apresentam doenças graves ou ferimentos resultantes de tortura e maus-tratos, além de terem perdido peso significativo. Essas alegações são corroboradas por um relatório recente do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que afirma que “as autoridades russas submeteram prisioneiros de guerra ucranianos a tortura e maus-tratos generalizados e sistemáticos”.
Promotores ucranianos informaram à mídia local que possuem informações sobre a execução de 93 prisioneiros de guerra por militares russos no campo de batalha.
Zelenskyy reiterou nas redes sociais o compromisso do governo em fazer todo o possível para resgatar cada ucraniano capturado pela Rússia. Esta troca de prisioneiros representa mais um passo nos esforços humanitários em meio ao conflito em curso, destacando a complexidade e as consequências humanas da guerra.
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