Washington, D.C., Estados Unidos, 23 de julho de 2024 – Agência de Notícias Associated Press – A diretora do Serviço Secreto dos Estados Unidos, Kimberly Cheatle, foi convocada a se defender perante um comitê do Congresso em Washington na segunda-feira (22), após agentes falharem em proteger o ex-presidente Donald Trump durante um comício na Pensilvânia.
O incidente, ocorrido em 13 de julho, resultou em Trump sendo ferido na orelha quando um atirador abriu fogo de um telhado durante o comício. Um homem na multidão foi morto e outras duas pessoas ficaram feridas. O atirador foi posteriormente abatido por atiradores de elite do Serviço Secreto.
Cheatle descreveu o incidente como a “falha operacional mais significativa” da agência em décadas. Ela enfatizou que a “missão solene” do Serviço Secreto é proteger os líderes da nação e, como diretora, assume “total responsabilidade” por quaisquer falhas de segurança.
A diretora afirmou que a organização está cooperando plenamente com as investigações sobre o tiroteio e que fará tudo ao seu alcance para garantir que tal incidente nunca mais aconteça.
O deputado republicano Mike Turner declarou que se Trump tivesse sido morto, Cheatle teria sido considerada “culpada”. Outros membros do comitê questionaram por que o atirador conseguiu acessar um prédio tão próximo ao comício. Cheatle respondeu que está “comprometida” em encontrar essas respostas e negou que Trump tenha tido pedidos de segurança adicional negados.
Apesar dos apelos de legisladores republicanos e alguns democratas para que renuncie, Cheatle afirmou que não o fará. Autoridades da Casa Branca ainda desconhecem o motivo do atirador. O Secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas, nomeou um painel independente para conduzir uma investigação adicional, com 45 dias para revisar os procedimentos do Serviço Secreto antes, durante e após o comício.
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