Stresa, Itália, 26 de maio de 2024 (Agência Ansa) – Os ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais dos países do Grupo dos Sete (G7) expressaram preocupações sobre o excesso de capacidade industrial da China.
Pequim é acusada de superproduzir veículos elétricos e outros produtos para vendê-los no exterior a preços injustamente baixos.
As autoridades do G7 divulgaram um comunicado conjunto após dois dias de conversações em Stresa, no norte da Itália, no sábado (25).
O documento afirma: “Expressamos preocupações sobre o uso abrangente pela China de políticas e práticas não baseadas no mercado que minam nossos trabalhadores, indústrias e resiliência econômica”.
O comunicado acrescenta que os oficiais “considerarão tomar medidas para garantir condições equitativas, de acordo com os princípios da Organização Mundial do Comércio”.
Os participantes também discutiram a ideia de apoiar a Ucrânia usando lucros de ativos russos congelados como parte das sanções pela invasão de Moscou ao país.
O documento diz que as autoridades pretendem apresentar opções aos seus líderes antes da cúpula do G7 no próximo mês.
O ministro das Finanças do Japão, Suzuki Shunichi, falou a repórteres. Ele disse que a posição básica de Tóquio é que a lei internacional deve ser obedecida, no que diz respeito ao uso de lucros de ativos da Rússia, pois Moscou é condenada por violar o direito internacional.
As autoridades do G7 permanecem divididas sobre como lidar com os ativos russos. Resta saber até que ponto conseguirão reduzir a divergência até a cúpula.
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