Jerusalém, Israel – 24 de janeiro de 2024 – O exército israelense anunciou que 21 de seus soldados foram mortos em um ataque do grupo terrorista Hamas no sul de Gaza na última segunda-feira (22). O número de mortes em um único dia é considerado o mais alto desde o início dos confrontos com o grupo terrorista islâmico em outubro.
Segundo um porta-voz militar israelense, uma unidade estava demolindo prédios perto da fronteira com Israel no dia anterior. Essas tropas foram alvo de um ataque do Hamas, durante o qual edifícios desabaram, resultando na morte de 21 soldados.
O total de soldados israelenses mortos em ação é estimado em mais de 200 desde o início da operação no ano passado.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, lamentou a morte dos soldados e anunciou o início de uma investigação sobre o incidente. Ele declarou: “Não vamos parar de lutar até a vitória absoluta”, enfatizando sua intenção de destruir o Hamas.
As forças israelenses informaram que cercaram a cidade de Khan Younis, no sul de Gaza, onde afirmam ser um reduto chave do Hamas.
A Sociedade do Crescente Vermelho da Palestina, sediada em Khan Younis, relatou nas redes sociais nesta terça-feira (23), que o bombardeio de artilharia israelense feriu evacuados que buscaram abrigo em suas instalações. Acrescentou que suas ambulâncias não conseguem alcançar os feridos.
O Hamas afirma que o número total de mortes causadas pela ofensiva israelense subiu para 25.490.
O site de notícias americano Axios, na segunda-feira, citou autoridades israelenses afirmando que o país fez uma proposta ao Hamas, com mediação de países como o Catar. A oferta inclui uma pausa nos combates de até dois meses, exigindo a libertação de todos os reféns restantes em Gaza, começando pela liberação, em fases, de mulheres e idosos.
A rede de televisão CNN relatou que Israel também propôs que líderes seniores do Hamas pudessem deixar Gaza. No entanto, observou que a proposta é improvável de ser aceita pelo Hamas, pois alguns acreditam que visa enfraquecer o controle do grupo sobre Gaza ou permitir que Israel assassine líderes fugitivos do grupo no exterior.
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