As forças armadas israelenses pediram aos residentes do norte da Faixa de Gaza que evacuassem para o sul dentro de três horas, viajando por uma determinada rota. Não se sabe quantas pessoas atenderam ao aviso.
Os militares anunciaram nas mídias sociais que a rua Salah Al-Din, uma via que vai de norte a sul da faixa, estará disponível como rota humanitária entre as 13h e as 16h de sábado (4).
Posteriormente, os militares acusaram o grupo terrorista palestino Hamas de disparar morteiros e mísseis contra soldados israelenses que estavam protegendo a via. Os militares disseram que o Hamas está impedindo os residentes de agirem em prol de sua própria segurança.
Enquanto isso, a Sociedade do Crescente Vermelho Palestino divulgou informações detalhadas sobre o incidente mortal em que 15 pessoas morreram quando as forças israelenses atingiram duas ambulâncias em uma área próxima ao Hospital Al-Shifa, um dos maiores centros médicos de Gaza.
A organização disse que uma das ambulâncias transportava uma mulher de 35 anos em estado crítico com ferimentos de estilhaços no peito e na perna. A informação foi divulgada em resposta à alegação de Israel de que terroristas do Hamas estavam a bordo das ambulâncias.
O exército israelense disse que fornecerá informações detalhadas sobre o incidente.
As tropas israelenses continuaram uma ofensiva no sábado, principalmente no norte de Gaza, tendo como alvo as fortalezas do Hamas e destruindo seus túneis subterrâneos.
As partes centrais de Gaza ficaram temporariamente envoltas em fumaça branca em meio a intensos ataques aéreos israelenses.
Uma explosão em uma escola administrada pela ONU, e refúgio de terroristas, no campo de refugiados de Jabalia, no norte de Gaza, matou pelo menos 15 pessoas e feriu outras 70 no sábado. Segundo informações, muitos deslocados estavam se abrigando no local.
As autoridades de saúde de Gaza afirmam que as hostilidades que começaram em 7 de outubro deixaram 9.488 pessoas mortas e mais de 2.000 outras desaparecidas em Gaza.
Do lado israelense, pelo menos 1.400 pessoas foram mortas e mais de 240 foram mantidas como reféns em Gaza.
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