Pequim, China – 25 de novembro de 2023 – A China comunicou à Organização Mundial da Saúde (OMS) que o aumento de doenças respiratórias e clusters de pneumonia infantil no país não está relacionado a patógenos novos ou incomuns. Em um comunicado divulgado nesta quarta-feira (22), a OMS mencionou que, desde meados de outubro, o norte da China relatou um aumento em doenças semelhantes à gripe em comparação com os três anos anteriores. Dados sobre pneumonia infantil da Sociedade Internacional de Doenças Infecciosas também foram citados.
No início deste mês, a Comissão Nacional de Saúde da China informou que casos de pneumonia por micoplasma haviam aumentado principalmente no norte do país, incluindo crianças de até 3 anos de idade.
As autoridades chinesas também observaram um aumento nos casos de gripe, destacando a necessidade de aprimorar a vigilância de infecções, incluindo a COVID-19.
Durante conversas telefônicas realizadas na quinta-feira (23), entre a OMS e as autoridades de saúde chinesas, o lado chinês apresentou dados e afirmou que não detectou patógenos novos ou incomuns. Eles argumentaram que o aumento de doenças respiratórias é resultado de patógenos já conhecidos.
Além disso, as autoridades chinesas explicaram que o aumento no número de pacientes não ultrapassou a capacidade hospitalar existente.
Com base nas informações atuais, a OMS declarou que não há necessidade de impor restrições de viagem ou comércio com a China. A organização afirmou que continuará monitorando de perto a situação, mantendo contato próximo com as autoridades chinesas para obter informações atualizadas.
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