Líderes de defesa israelenses parecem estar se preparando para lançar um ataque em grande escala contra terroristas do Hamas. Eles haviam concedido aos residentes da Faixa de Gaza 24 horas para evacuar, mas agora essa janela se fechou.
As forças israelenses realizaram uma série de ataques em resposta a um assalto do Hamas no último fim de semana. Os combates já resultaram na morte de mais de 3.000 pessoas.
As tropas israelenses têm se concentrado na fronteira da Faixa de Gaza. Na sexta-feira (13), o Ministro da Defesa, Yoav Gallant, ordenou que 1,1 milhão de pessoas que vivem nas áreas do norte “se dirijam para o sul”.
Gallant afirmou: “Vamos destruir as infraestruturas do Hamas, os quartéis-generais do Hamas, o estabelecimento militar do Hamas e erradicar esse fenômeno da Faixa de Gaza e da terra.”
Muitos palestinos já haviam deixado suas casas. Alguns viram panfletos israelenses pedindo que evacuassem.
O Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, expressou preocupação com a evacuação em tão grande escala, classificando-a como “extremamente perigosa” e, em alguns casos, “simplesmente impossível”.
Guterres enfatizou: “Mesmo em tempos de guerra, há regras. O direito humanitário internacional e o direito dos direitos humanos devem ser respeitados e cumpridos. Civis devem ser protegidos e nunca usados como escudos.”
Ele instou os israelenses a cancelarem a ordem e alertou que a situação em Gaza atingiu um “novo patamar de perigo”.
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