A polícia japonesa enviou documentos aos promotores sobre sete pessoas empregadas por uma cidade próxima a Tóquio, acusadas de falsificar um documento para admitir um homem em um hospital psiquiátrico controverso. A instituição está atualmente sob investigação por alegações de que vários funcionários agrediram pacientes.
Fontes investigativas afirmam que os sete indivíduos são ex-funcionários e atuais autoridades da cidade de Tokorozawa. Eles são suspeitos de estar envolvidos no processo de hospitalização de um homem, em seus 50 anos, no Hospital Takiyama, localizado na cidade de Hachioji, em Tóquio, em 2018.
As fontes afirmam que os sete criaram um documento falso afirmando que não podiam se comunicar com a irmã do homem durante o processo, mesmo que a lei exija o consentimento da família.
Um advogado do homem afirma que naquela época era possível entrar em contato com sua irmã.
A polícia iniciou uma investigação em março, após uma reclamação da vítima.
As fontes afirmam que os sete suspeitos disseram aos investigadores que é verdade que não conseguiram entrar em contato com a irmã. Eles também são suspeitos de impedir que ele deixasse o hospital por um longo período.
A polícia também encaminhou alguns ex-funcionários do hospital aos promotores por suspeita de envolvimento no confinamento da vítima.
Três enfermeiras do hospital foram acusadas de agredir pacientes e foram submetidas a uma acusação sumária.
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