Os Estados Unidos e alguns países europeus começaram a evacuar seus cidadãos do Níger em meio à crescente agitação no estado da África Ocidental.
Uma unidade militar deu um golpe de Estado e depôs o presidente pró-ocidental do Níger, Mohamed Bazoum, na semana passada. Os líderes do golpe anunciaram então a formação de um governo militar.
A turbulência política provocou protestos contra o antigo governante colonial do país, a França. Os manifestantes danificaram a Embaixada da França na capital Niamey.
O Departamento de Estado dos EUA anunciou na quarta-feira (2), que estava ordenando a saída temporária de funcionários não emergenciais do governo dos EUA e de familiares elegíveis da Embaixada dos EUA em Niamey.
A França e a Itália começaram a retirar seus cidadãos do Níger. Segundo informações, mais de 350 pessoas chegaram à França. O Japão diz que dois de seus cidadãos também foram evacuados.
O bloco regional da África Ocidental condenou o golpe. A Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental sugeriu o uso da força, a menos que Bazoum seja reintegrado até o final desta semana. Os chefes militares da CEDEAO realizaram uma reunião na quarta-feira.
O Níger obtém a maior parte de sua eletricidade da vizinha Nigéria. A Nigéria, supostamente, cortou seu fornecimento de energia como parte das sanções contra a junta militar, causando apagões nas principais cidades do Níger.
Mas Mali e Burkina Faso, que também são vizinhos do Níger, estão alertando que qualquer intervenção militar seria equivalente a uma “declaração de guerra” contra eles.
Os dois países são governados por juntas que assumiram o poder nos últimos anos.
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