O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, foi para a cúpula da OTAN em Vilnius, na Lituânia, frustrado com a falta de clareza sobre quando seu país poderia aderir à aliança. Ele saiu na quarta-feira (12), comemorando os novos compromissos para a segurança da Ucrânia e considerou a reunião um “sucesso”.
Os líderes da OTAN passaram a maior parte do tempo voltando a se concentrar na guerra. Eles prometeram, novamente, rearmar os ucranianos e deram a eles uma “voz igual” em um novo conselho dedicado à sua defesa.
O chefe da aliança, Jens Stoltenberg, disse que a Ucrânia está “mais próxima da OTAN do que nunca”. E os líderes confirmaram que o país acabará aderindo.
Zelenskyy disse aos repórteres no final da cúpula: “Não sei se todos estão sendo completamente honestos comigo ou se tudo é verdade. Mas acreditamos nos parceiros porque devemos viver com fé nos aliados que nos ajudarão a vencer esta guerra”.
Ele acrescentou acreditar que seu país entrará para a OTAN quando a situação estiver “estabilizada”. Nesse meio tempo, ele obteve garantias de segurança dos líderes do G7. Ele descreveu o apoio como uma ponte no caminho para a adesão.
O presidente dos EUA, Joe Biden, está entre os que hesitaram em oferecer um convite até que a luta termine. Ele teve uma reunião individual com Zelenskyy e disse-lhe que entende sua frustração.
Biden disse: “Vamos garantir que você obtenha o que precisa. E estou ansioso pelo dia em que teremos a reunião para celebrar sua adesão oficial à OTAN”.
Biden disse que os americanos estão fazendo tudo o que podem. Ele acrescentou que os EUA “não vão a lugar algum” e que os ucranianos estão “presos” a seus aliados.
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