Alguns países membros da OTAN expressaram oposição ao uso ou fornecimento de munições de fragmentação após a recente decisão dos Estados Unidos de fornecê-las à Ucrânia, para sua contraofensiva contra as forças russas.
As munições de fragmentação dispersam pequenos fragmentos de bomba, e as altas taxas de falha de explosão dos fragmentos de bomba, ou “taxas de descarte”, representam um risco prolongado para os civis.
A Convenção sobre Munições de Fragmentação, que proíbe a produção, o armazenamento, o uso e a transferência dessas armas, foi aderida por mais de 120 países.
Entre os 31 membros da OTAN, oito nações, incluindo os Estados Unidos e a Turquia, não ratificaram o tratado. Nem a Rússia nem a Ucrânia são signatárias do tratado.
A ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles, disse que Madri respeita a decisão de um país soberano, mas discorda da decisão dos EUA de enviar bombas de fragmentação para a Ucrânia.
O governo canadense disse à emissora pública do país, CBC, que não apoia o uso de munições de fragmentação e que está “comprometido em acabar com os efeitos dessas armas sobre civis, especialmente crianças”.
O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, enfatizou que seu país é signatário da convenção e que, em vez disso, o Reino Unido forneceu à Ucrânia tanques de batalha pesados e armas de longo alcance.
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