O Japão pedirá à China que não aumente as restrições aos alimentos japoneses, já que os frutos do mar provenientes do Japão estão sendo retidos para inspeções alfandegárias por períodos excepcionalmente longos.
No início deste mês, o governo chinês disse que inspecionaria todas as importações de alimentos do Japão. Pequim se opõe ao plano do Japão de liberar a água tratada e diluída da usina nuclear de Fukushima Daiichi, que está em colapso.
O Ministro da Agricultura, Florestas e Pesca, Nomura Tetsuro, disse na sexta-feira (21), que foi informado sobre a situação e que o governo está trabalhando para confirmar os detalhes. Ele enfatizou que a segurança dos produtos alimentícios japoneses foi comprovada cientificamente.
Nomura também planeja pedir à China que elimine as atuais restrições de importação o mais rápido possível.
A água usada para resfriar o combustível nuclear derretido na usina de Fukushima Daiichi se mistura com a chuva e a água subterrânea e tem se acumulado na usina. A água é tratada para remover a maioria das substâncias radioativas, mas ainda contém trítio.
O governo japonês planeja diluir a água tratada para reduzir o nível de trítio para cerca de um sétimo do padrão da Organização Mundial da Saúde para a qualidade da água potável antes de liberá-la no mar.
A Agência Internacional de Energia Atômica divulgou recentemente um relatório abrangente que concluiu que o plano do Japão é compatível com os padrões internacionais de segurança.
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