As falências corporativas aumentaram no Japão no primeiro semestre deste ano, já que algumas empresas tiveram dificuldades para pagar os empréstimos de alívio da COVID. O número de empresas falidas ultrapassou 4.000, pela primeira vez em cinco anos.
A empresa privada de pesquisa de crédito Teikoku Databank afirma que 4.006 empresas foram à falência ou iniciaram processos de liquidação nos seis meses até junho. Isso representou um aumento de 31,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Cada uma das empresas tinha dívidas de pelo menos 10 milhões de ienes, ou cerca de 70.000 dólares.
Um total de 304 receberam empréstimos de alívio do coronavírus que eram efetivamente sem juros e sem garantias. Esse foi o número mais alto em um período de seis meses.
As falências no varejo totalizaram 834, um aumento de 45,8%. Os restaurantes foram especialmente atingidos.
O número no setor de serviços em geral, que inclui hotéis, foi de 958, um aumento de 23,8%.
O pesquisador disse que as falências podem aumentar a partir de julho, já que algumas empresas enfrentam a ameaça tripla de pagamento de empréstimos, aumento de preços e falta de mão de obra.
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