A autoridade de segurança da Rússia iniciou uma investigação criminal contra Yevgeny Prigozhin, o dono da empresa militar privada Wagner Group, que tem tido conflitos com o Ministério da Defesa do país.
O procurador-geral da Rússia anunciou na sexta-feira (23), que o Serviço Federal de Segurança, ou FSB, iniciou a investigação, suspeitando que Prigozhin esteja convocando uma rebelião armada.
Prigozhin disse em uma postagem na mídia social na sexta-feira (23), que suas forças foram atacadas pelos militares russos. Ele prometeu acabar com o que chama de maldade da liderança militar.
O Ministério da Defesa emitiu, imediatamente, uma declaração nas mídias sociais, classificando sua afirmação como uma “provocação informativa”.
A televisão estatal interrompeu um programa regular com uma reportagem sobre a investigação de Prigozhin, juntamente com a declaração do Ministério da Defesa.
O porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, disse que o presidente Vladimir Putin foi informado da situação e que as medidas necessárias estavam sendo tomadas.
O Grupo Wagner está lutando na Ucrânia, ao lado das forças russas.
Prigozhin acusou o ministro da defesa russo de relatar falsamente a situação nos campos de batalha.
Ele disse em um vídeo postado na sexta-feira que o ministro da defesa Sergei Shoigu e outros líderes militares estão tentando enganar a sociedade e o presidente.
Ele afirmou que as forças ucranianas estão forçando os russos a recuar no sul, já que eles começaram sua contraofensiva.
Ele disse que os russos estão se banhando em seu próprio sangue.
Em sua postagem na sexta-feira, Prigozhin chegou a contradizer a justificativa do Kremlin para invadir a Ucrânia. A Rússia alegou que isso era necessário diante da perseguição aos residentes russos na parte oriental da Ucrânia e das ameaças militares da OTAN.
Ele disse que o que é chamado de “operação militar especial” foi iniciado por motivos completamente diferentes.
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