Um grupo cívico, que inclui sobreviventes da bomba atômica, pediu à cidade de Hiroshima que suspendesse um plano para estabelecer laços de irmandade entre seu parque memorial e o de Pearl Harbor, nos Estados Unidos.
Representantes do Parque Memorial da Paz de Hiroshima e do Memorial Nacional de Pearl Harbor, no estado americano do Havaí, devem assinar um acordo de parques irmãos na quinta-feira (29).
O grupo de 10 organizações, incluindo o Congresso de Hiroshima contra as bombas A e H, apresentou uma petição na terça-feira (27).
A petição diz que o ataque do Japão a Pearl Harbor e o bombardeio de Hiroshima pelos EUA não são coisas pelas quais os dois lados tenham se perdoado, mas lições históricas que nunca devem ser repetidas.
O grupo também afirma que o objetivo de estabelecer laços de irmandade entre os parques não é claro.
A associação argumenta que a decisão foi tomada abruptamente, sem discussão com os cidadãos e os sobreviventes da bomba atômica. O grupo pede a suspensão da assinatura e a realização de discussões aprofundadas envolvendo várias partes.
As autoridades de Hiroshima afirmam que o lado americano propôs o acordo durante a preparação para a cúpula do Grupo dos Sete, realizada na cidade em maio.
Eles dizem que continuarão com a assinatura conforme planejado, mas discutirão com seus colegas americanos como promover os laços, levando em consideração as opiniões dos cidadãos.
O ataque do Japão a Pearl Harbor no final de 1941 marcou o início da guerra entre Japão e EUA. O parque de Hiroshima é um memorial do bombardeio atômico dos EUA na cidade perto do fim da guerra em 1945.
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