As principais empresas de gerenciamento de YouTubers no Japão criaram um grupo de estudo conjunto para apresentar medidas para proteger os criadores de conteúdo contra calúnias ou difamações nas mídias sociais.
O grupo de estudos foi criado pela UUUM e duas outras empresas, juntamente com a gigante de TI Google, operadora do site de compartilhamento de vídeos YouTube.
Em uma coletiva de imprensa em Tóquio na quarta-feira (28), o CEO da UUUM, Kamada Kazuki, disse que até agora cada empresa tratou separadamente de casos de calúnia ou difamação após a ocorrência de tais problemas. Ele disse que o objetivo do novo grupo de estudo é evitar danos causados por calúnia ou difamação e reduzir o número desses incidentes.
Yamaguchi Shinichi, membro do grupo de estudos e professor associado da Universidade Internacional do Japão, disse que a calúnia ou difamação on-line pode levar à perda de vidas, o que já ocorreu no mundo envolvendo celebridades e influenciadores.
Yamaguchi disse que opiniões extremas tendem a chamar a atenção, e palavras agressivas tendem a ser usadas nas mídias sociais. Ele enfatizou a importância de criar um sistema para proteger os indivíduos.
Uma pesquisa de um grupo do setor mostra que um em cada quatro YouTubers já foi vítima de comentários maliciosos on-line. A pesquisa diz que alguns foram colocados em perigo, como receber ameaças de morte ou ser perseguidos.
O executivo da UUUM, Kaneko Muneyuki, disse que acha natural que os criadores recebam comentários críticos dos espectadores até certo ponto, mas torná-los alvo de comentários excessivamente maliciosos e difamação é um problema. Ele disse que alguns criadores sofreram colapsos nervosos e não conseguem se envolver em atividades sociais.
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