Nos Estados Unidos, o líder republicano do Congresso, Kevin McCarthy, disse que ele e o presidente Joe Biden chegaram a um acordo provisório para aumentar o teto da dívida antes do prazo final de 5 de junho.
McCarthy disse: “Após semanas de negociações, chegamos a um acordo em princípio. Ainda temos trabalho a fazer, mas acredito que este é um acordo, em princípio, que é digno do povo americano”.
McCarthy conversou com o presidente Biden por telefone no sábado (27). Ele disse que terminaria de redigir o projeto de lei no domingo (28), e depois falaria com Biden novamente. A votação na Câmara poderia ocorrer na quarta-feira.
O Wall Street Journal e outros meios de comunicação dos EUA informam que o acordo aumenta o limite da dívida por dois anos e limita os gastos durante esse período.
Ele mantém os gastos “não relacionados à defesa” no ano fiscal de 2024 praticamente no mesmo nível do ano anterior e os aumenta em cerca de 1% em 2025.
Os relatórios dizem que a Casa Branca concordou com uma exigência importante dos republicanos, de restringir os requisitos de trabalho para o auxílio-alimentação federal.
Eles também afirmam que o acordo não inclui exames de elegibilidade mais rigorosos para o Medicaid, um plano de seguro médico para pessoas de baixa renda. Os democratas se opuseram a triagens mais rigorosas.
Biden disse no Twitter que o acordo “é um importante passo à frente”. Mas ele também disse que isso representa um compromisso. O acordo ocorreu nove dias antes do limite de tempo de inadimplência da dívida, o que teria sido o primeiro na história dos EUA.
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