Líderes chineses tentam acalmar a tempestade diplomática
Os líderes europeus ficaram indignados com um diplomata chinês que questionou a soberania das antigas repúblicas soviéticas. Eles ficaram mais tranquilos ao ouvir os líderes chineses se afastarem dos comentários.
O chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse que os comentários do embaixador chinês na França eram “inaceitáveis”. Ele disse que era uma “boa notícia” o fato de os líderes chineses terem se distanciado dos comentários.
Lu Shaye foi questionado, em uma entrevista na TV, se ele acha que a Crimeia faz parte da Ucrânia. Ele disse que a península era historicamente parte da Rússia. Mas ele disse que o ex-líder soviético Nikita Khrushchev ofereceu o território à Ucrânia. Ele disse que as ex-repúblicas soviéticas não têm “status real” na lei internacional.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, disse que a China respeita a soberania de todos os países. Ela disse que, após a dissolução da União Soviética, a China foi um dos primeiros países a estabelecer relações diplomáticas com os países envolvidos.
Autoridades do Ministério das Relações Exteriores da França disseram que se reuniram com o embaixador Lu na segunda-feira. Eles disseram que pediram a ele que falasse “de acordo com a posição oficial de seu país”.
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