Militares de Myanmar matam 28 civis a tiros
Dezenas de civis, incluindo monges budistas, foram mortos a tiros em um mosteiro no leste de Myanmar.
As mortes ocorreram depois que os militares atacaram uma aldeia no estado de Shan, no sábado (13), com ataques aéreos e artilharia. As forças pró-democracia culparam os soldados da junta pelo massacre.
O grupo pró-democracia divulgou uma declaração sobre o incidente na mídia social.
Ela diz que quando seus combatentes avançaram em um mosteiro na aldeia, eles viram as tropas da junta reunir 30 aldeões e três monges fora do prédio, encostá-los contra um muro e atirar neles.
Diz que 28 pessoas, incluindo monges, foram confirmadas mortas no dia seguinte no local do incidente.
Os militares não comentaram o que aconteceu.
O chefe adjunto da Human Rights Watch na Ásia indicou que os militares de Myanmar são acusados de matar pelo menos 263 civis desde dezembro.
Phil Robertson disse que o aumento, no que ele chamou de “massacres brutais em Mianmar”, mostra que “os comandantes da junta deram luz verde a suas tropas para atacar indiscriminadamente alvos civis sem hesitação”.
Ele pediu à comunidade internacional que impusesse sanções aos militares para “acabar imediatamente com essas atrocidades”.
- Ramadã tem início na Indonésia e no Paquistão - 20 de fevereiro de 2026 12:15 am
- Guarda Costeira do Japão treina oficiais do Sudeste Asiático - 19 de fevereiro de 2026 11:40 pm
- Japoneses somem no Camboja e polícia teme golpes digitais - 19 de fevereiro de 2026 11:35 pm




















