Primeiro ministro do Japão compromete-se a continuar apoiando a Ucrânia
O primeiro-ministro japonês diz que liderará os esforços internacionais para apoiar a Ucrânia enquanto seu país serve como presidente rotativo do G7.
Kishida Fumio diz que planeja discutir novas sanções contra a Rússia e exigir o fim do apoio militar para o país.
Kishida disse: “Não devemos tolerar esta tentativa de mudar o status quo pela força. Precisamos apoiar a Ucrânia e implementar firmemente sanções contra a Rússia a fim de restaurar uma ordem mundial baseada no Estado de Direito, enraizada na Carta das Nações Unidas e em outras leis internacionais”.
Kishida disse que o que está acontecendo na Ucrânia também pode acontecer na Ásia Oriental. Ele disse que apelará a outros países asiáticos para que ajudem a manter a paz e a ordem.
Ele também expressou preocupação com uma declaração do presidente russo esta semana.
Vladimir Putin disse que Moscou está suspendendo o tratado de controle de armas nucleares New START que havia assinado com os Estados Unidos.
Kishida disse também que “o Japão é o único país que sofreu um ataque nuclear em guerra. Nenhuma arma nuclear tem sido usada nos últimos 77 anos. A ameaça da Rússia de usar armas nucleares não deve pôr em perigo essa linha”.
Kishida observou que o Japão é incapaz de fornecer armas à Ucrânia porque as políticas governamentais restringem a transferência de equipamentos de defesa.
Ele diz que o Japão continuará a se concentrar na ajuda humanitária e na ajuda à reconstrução, incluindo equipamentos para enfrentar a escassez de energia e a remoção de minas terrestres.
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