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Brasil do absurdo: Ministro das Comunicações contratou condenada por fraude

Maria Bernadete Carmo Lima foi condenada por crimes de peculato, nas modalidades de desvio e apropriação. O novo ministro das Comunicações, Juscelino Filho, contratou a consultoria de uma ex-diretora do Tribunal de Justiça do Maranhão que já foi condenada por fraudar a folha de pagamentos da Corte.

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Brasil do absurdo: Ministro das Comunicações contratou condenada por fraude

Maria Bernadete Carmo Lima foi condenada por crimes de peculato, nas modalidades de desvio e apropriação. O novo ministro das Comunicações, Juscelino Filho, contratou a consultoria de uma ex-diretora do Tribunal de Justiça do Maranhão que já foi condenada por fraudar a folha de pagamentos da Corte.

Maria Bernadete Carmo Lima, sócia-administradora da empresa Sapere Consultoria LTDA, recebeu quase R$ 74 mil para fazer panfletagem, bandeiraços e carreatas na campanha à reeleição de Juscelino. Ele foi eleito pela terceira vez como deputado federal pelo partido União Brasil do Maranhão, conforme apurou o site Metrópoles.

De acordo com o Ministério Público do Maranhão (MP-MA), em 2012, a ex-coordenadora da Folha de Pagamentos do Tribunal de Justiça do Maranhão Maria Bernadete foi condenada por crimes de peculato, nas modalidades de desvio e apropriação, além do pagamento de multa.

O Poder Judiciário instaurou processo administrativo, e a comissão de sindicância atestou a ilegalidade no recebimento de férias por três vezes ao ano, 13º salário, diferença de gratificações e ajuda de custos extras sem autorização legal.

Na denúncia, o MPMA argumentou que Maria Bernadete utilizou o cargo de coordenadora da Folha de Pagamentos para desviar dinheiro em proveito próprio e alheio. O valor pago a Antônio Sacramento, marido dela à época, foi autorizado por ela.

Em 2009, o MP também denunciou Maria Bernadete por improbidade administrativa. Ela incluiu, entre 1998 e 1999, cinco pessoas na folha de pagamentos do TJ como juízes. Os salários dos “juízes fantasmas” totalizam mais de R$ 660 mil. O processo tramita na Justiça.

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