Primeiro ministro japonês, Kishida, ordena investigação na antiga Igreja da Unificação
O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, ordenou à ministra da Cultura que realizasse uma investigação na antiga Igreja da Unificação, com base no “direito de fazer perguntas” sob a Lei das Corporações Religiosas.
Será a primeira vez que o governo exercerá esse direito.
O grupo religioso está sendo investigado por alegadas práticas de marketing obscuras e solicitação de grandes doações de membros.
Um painel consultivo havia instado o governo a usar a lei para desmantelar a corporação ou iniciar uma investigação, antes de tomar tal ação.
Kishida disse, em uma entrevista da NHK, na sexta-feira, que há uma necessidade de considerar uma resposta rigorosa.
Ele se encontrou com a Ministra da Cultura, Nagaoka Keiko, na segunda-feira de manhã, e disse a ela para abrir a investigação no grupo, com base no direito de questionamento estipulado na lei.
O dispositivo permite que o ministério da Cultura e os governos das províncias solicitem relatórios e questionem executivos de corporações religiosas suspeitos de violar as leis.
Ela foi acrescentada à lei em 1996, após uma série de incidentes envolvendo o culto Aum Shinrikyo, incluindo o mortal ataque de gás sarin de 1995 no sistema de metrô de Tóquio.
Nagaoka disse aos repórteres que ela cumprirá, rapidamente, as instruções de Kishida.
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