Kishida aumenta o pessoal para investigar a ex-igreja da unificação
O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, revelou mais informações sobre uma investigação do controverso grupo religioso anteriormente conhecido como Igreja da Unificação.
Na sexta-feira (28), ele disse que aumentará o número de funcionários do governo envolvidos para 38, acima dos atuais oito.
O grupo religioso é acusado de exigir grandes somas de dinheiro de seguidores. Muitos estão em ruína financeira.
Uma divisão da Agência de Assuntos Culturais está cuidando da investigação.
Em uma ação sem precedentes, os funcionários estarão exercendo uma disposição da Lei das Empresas Religiosas que lhes dá “o direito de fazer perguntas”.
Kishida diz que eles estarão trabalhando com especialistas jurídicos e contábeis.
Ele também diz que coletarão informações de outros ministérios e agências governamentais, assim como advogados e pessoas que sofreram devido ao grupo religioso.
Os partidos políticos do Japão estão divididos sobre como regular as doações às entidades religiosas.
Kishida ordenou aos funcionários de seu partido que acelerassem as conversações sobre medidas legislativas. Elas poderiam incluir assistência a pessoas que dizem ter sido exploradas financeiramente pela antiga Igreja da Unificação.
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