Apoiadores globais se comprometem a ajudar a reconstruir a Ucrânia do pós-guerra
À medida que a guerra se estende na Ucrânia, a tarefa de reconstrução está se tornando assustadora. Mas os aliados de Kyiv prometeram ajuda para os próximos anos.
Os líderes dos países financiadores se reuniram para definir uma estratégia de recuperação.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse que a Ucrânia ainda precisará de garantias financeiras de seus parceiros daqui a mais de uma década. Ele comparou seu próximo desafio ao financiamento da reconstrução da Europa após a Segunda Guerra Mundial.
Scholz disse: “As casas e estradas destruídas devem ser reconstruídas, as empresas industriais devem ser reparadas. Essa é uma tarefa para gerações. E é por isso que quero vê-la inteligentemente preparada e pensada”.
O primeiro-ministro japonês, Kishida Fumio, juntou-se à discussão online e disse que seu país oferecerá alguns dos conhecimentos adquiridos após o terremoto e o tsunami de 2011, incluindo tecnologia para reciclar detritos.
Ele enfatizou: “Continuaremos a desempenhar um papel ativo no fornecimento de mais assistência ao povo da Ucrânia, conforme necessário”.
Enquanto isso, os líderes russos não deram nenhuma sugestão de que suas tropas se retirarão em breve. O Presidente, Vladimir Putin, presidiu um novo comitê encarregado de entregar mais armas e suprimentos.
Putin disse: “Os equipamentos e outros recursos para a operação militar especial não devem estar disponíveis apenas, mas devem ser modernos, convenientes e eficientes”.
Muitos russos que foram chamados carecem de suprimentos, mesmo de itens básicos, como coletes à prova de bala e kits de primeiros socorros. Os líderes russos reconheceram a escassez e prometeram resolvê-la.
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