China condena acordo dos EUA de vender armas para Taiwan
O Ministério das Relações Exteriores da China condenou, veementemente, o plano americano de venda de equipamento militar para Taiwan, no valor de 1,1 bilhões de dólares.
A administração do Presidente Joe Biden disse, na sexta-feira passada, que havia notificado o Congresso de sua intenção de vender 60 mísseis anti-navio, 100 mísseis ar-ar e outras armas a Taiwan.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse em uma conferência de imprensa, na segunda-feira, que as vendas de armas prejudicam gravemente a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan e enviam um sinal gravemente errado ao que chamou de “independência de Taiwan”, por forças separatistas.
Mao Ning prosseguiu dizendo que a China se opõe firmemente e condena, veementemente, o movimento. Ela acrescentou que a China tomará “medidas resolutas e fortes” para defender firmemente sua soberania e seus interesses de segurança.
A porta-voz também disse: “Taiwan é da China. As questões de Taiwan não suscitam interferências externas. Nenhum indivíduo ou força pode deter o processo histórico da completa reunificação da China”.
A China aumentou a pressão sobre Taiwan desde uma visita de alto nível à ilha pela presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi. Ela conduziu exercícios militares de grande escala e enviou caças de combate sobre a linha mediana do Estreito de Taiwan.
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