TEPCO adiará novamente o início da remoção de resíduos de combustível nuclear na usina de Fukushima
A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio – TEPCO, informou que irá adiar por até 18 meses o início da remoção de detritos de combustível nuclear da usina de Fukushima Daiichi, paralisada, que sofreu um triplo derretimento no desastre nuclear de 2011.
A empresa, também conhecida como TEPCO, explicou na quinta-feira, que é improvável que os trabalhos de remoção de detritos de combustível dos três reatores comecem até o outono de 2023, na melhor das hipóteses. A empresa havia dito, anteriormente, que os trabalhos começariam este ano.
A TEPCO disse que o adiamento se deve à necessidade de consertar problemas com um braço robótico de controle remoto, desenvolvido na Inglaterra, para ser usado na operação de remoção.
A remoção dos detritos de combustível, altamente radioativo, dos reatores é um dos maiores desafios na desativação da usina.
O combustível fundido se mistura com metal e concreto das estruturas ao redor formando os detritos.
Os funcionários da TEPCO planejaram, inicialmente, iniciar a remoção no ano passado, no reator No.2, já que uma pesquisa havia produzido dados mais detalhados do que os outros dois. Esse plano original foi, agora, adiado pela segunda vez.
Ainda assim, a TEPCO e o governo japonês mantêm seu plano de completar a desmontagem da usina até 2051.
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