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Rússia admite ataque com mísseis contra estação ferroviária no leste da Ucrânia

As forças russas atacaram uma estação ferroviária ucraniana e uma área residencial em Chaplyne, na região oriental de Dnipropetrovsk, na quarta-feira (24), seis meses após o início da invasão russa no país. A quarta-feira também marcou o Dia da Independência da Ucrânia.

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Rússia admite ataque com mísseis contra estação ferroviária no leste da Ucrânia

As forças russas atacaram uma estação ferroviária ucraniana e uma área residencial em Chaplyne, na região oriental de Dnipropetrovsk, na quarta-feira (24), seis meses após o início da invasão russa no país. A quarta-feira também marcou o Dia da Independência da Ucrânia.

O assessor presidencial ucraniano, Kyrylo Tymoshenko, disse, na quinta-feira (25), que 25 pessoas foram mortas no ataque. Ele disse que as vítimas incluem duas crianças de 11 e seis anos de idade, e que pelo menos 31 pessoas ficaram feridas.

O Ministério da Defesa da Rússia disse, na quinta-feira, que o míssil Iskander, de suas forças, atingiu um trem militar na estação de Chaplyne que estava pronto para entregar armas na região oriental de Donbas.

Disse que o ataque matou mais de 200 soldados ucranianos e destruiu o equipamento militar.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy disse: “Definitivamente, faremos com que os invasores assumam a responsabilidade por tudo o que fizeram. E certamente expulsaremos os russos de nossa terra”.

Agora, seis meses desde que a invasão militar começou, os analistas dizem que o progresso das forças russas estancou.

O Instituto para o Estudo da Guerra dos EUA, disse, em um relatório, na quarta-feira, que as forças russas perderam aproximadamente 45.000 quilômetros quadrados de território desde 21 de março, a data estimada de seu mais profundo avanço sobre a Ucrânia. O grupo de reflexão norte-americano diz que o território perdido foi maior do que a área da Dinamarca.

À medida que o conflito continua, cresce a preocupação de que os bombardeios em torno da usina nuclear de Zaporizhzhia no sudeste da Ucrânia possam levar a um grande desastre nuclear.

A atenção está, agora, voltada para a possibilidade de uma equipe de especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica, ou da AIEA, visitar a usina nuclear para inspeção.

O Diretor Geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, disse em uma declaração, na terça-feira que, a agência poderá enviar uma equipe de especialistas para a usina de Zaporizhzhia nos próximos dias, caso as negociações em andamento sejam bem sucedidas.

Grossi reuniu-se com Alexey Likhachev, CEO da empresa nuclear russa Rosatom, na Turquia, na quarta-feira. Eles discutiram sobre a organização da visita da equipe da AIEA à usina.

O Ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, teria falado por telefone com seu homólogo francês, Sebastien Lecornu, na quinta-feira.

O Ministério da Defesa russo disse que Shoigu expressou a disponibilidade de Moscou para apoiar a missão da agência da ONU, observando a importância da visita da equipe da AIEA à usina nuclear.

O Ministério da Defesa britânico disse, na quinta-feira, que as imagens de satélite indicaram que as forças russas implantaram veículos blindados a menos de 60 metros de um reator nuclear na usina de Zaporizhzhia.

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