China aumenta a pressão sobre Taiwan após a visita de Pelosi
A China está aumentando a pressão militar sobre Taiwan após a visita da Presidente da Câmara dos Estados Unidos, Nancy Pelosi.
Pelosi deixou Taiwan na quarta-feira (3), após se encontrar com a presidente Tsai Ing-wen. Ela se tornou a primeira presidente da Câmara de Representantes dos EUA, em 25 anos, a visitar Taiwan.
A China afirma que Taiwan é uma parte inalienável do país. A China disse que realizará grandes exercícios militares, incluindo exercícios de fogo real, em seis áreas ao redor de Taiwan, de quinta a domingo.
O Ministério da Defesa da China disse que os militares “realizarão uma série de operações militares direcionadas, em resposta à salvaguarda resoluta da soberania e integridade territorial da China”.
Em uma declaração conjunta emitida na quarta-feira (3), o Grupo dos Sete Ministros das Relações Exteriores da ASEAN, expressou preocupação com os exercícios, dizendo que correm o risco de “uma escalada desnecessária”.
A declaração também conclamou a China a resolver “as diferenças entre os dois lados do Estreito” por meios pacíficos.
A Televisão Central da China, administrada pelo Estado, informou na quarta-feira (3), que um homem de 32 anos, nascido em Taiwan, havia sido detido em Wenzhou, província de Zhejiang, como um suspeito de ser separatista.
Também na quarta-feira, o governo chinês anunciou proibições provisórias do comércio de vários tipos de produtos com Taiwan.
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