Agência de espionagem russa culpa Ucrânia pela explosão de carro bomba
Agentes do serviço de segurança russo estão tentando descobrir quem assassinou a filha de um dos aliados mais próximos do Presidente Vladimir Putin. Na segunda-feira (22), eles acusaram os serviços secretos da Ucrânia.
Darya Dugina foi morta no sábado (20), nos arredores de Moscou quando uma bomba plantada no carro que ela dirigia explodiu. Ela era uma jornalista que apoiava publicamente a invasão da Rússia na Ucrânia.
A mídia russa relatou que o veículo pertencia a seu pai e disse que ele era, provavelmente, o alvo pretendido. Alexander Dugin é um teórico político que exortou os líderes russos a intensificarem o ataque à Ucrânia.
Dugin é, freqüentemente, descrito como “o cérebro de Putin”. Ele emitiu uma declaração dizendo que o atentado foi “um ataque terrorista do regime nazista ucraniano”.
Agentes russos acusaram uma mulher ucraniana pelo assassinato. Eles disseram que ela entrou no país em julho, passou o mês anterior espionando Dugina, e fugiu para a Estônia. Eles disseram que ela era membro do regimento Azov, da Ucrânia.
Mas os oficiais da Azov disseram que a mulher nunca foi membro do regimento. Um conselheiro do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, qualificou a acusação de “propaganda russa”.
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