EUA e ONU condenam execução de ativistas pró-democracia em Myanmar
O Secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, condenou nos termos mais fortes as execuções, pela junta governante de Myanmar, de quatro militantes pró-democracia e líderes eleitos.
Em uma declaração divulgada na segunda-feira (25), Blinken disse: “Desde o golpe de fevereiro de 2021, o regime tem perpetuado violência contra seu próprio povo, matando mais de 2.100 pessoas”.
Ele pediu aos militares de Myanmar que “respeitem as aspirações democráticas do povo, que mostrou não querer viver mais um dia sob a tirania do governo militar”.
O Secretário Geral da ONU, Antonio Guterres, também emitiu uma declaração através de um porta-voz na segunda-feira (25), condenando veementemente as execuções.
O Secretário Geral da ONU disse que estas execuções “marcam uma deterioração ainda maior do já terrível ambiente dos direitos humanos em Myanmar”.
Guterres reiterou seu apelo para a libertação imediata de todos os prisioneiros detidos arbitrariamente, incluindo a líder de facto deposta, Aung San Suu Kyi.
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