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domingo, 25 de setembro de 2022

Greves lançam Europa no caos

É o caos nos céus da Europa este fim de semana. A greve de controladores aéreos na França pode causar atrasos em voos de algumas companhias.

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Greves lançam Europa no caos

É o caos nos céus da Europa este fim de semana. A greve de controladores aéreos na França pode causar atrasos em voos de algumas companhias.

Juntando-se a isto, as tripulações de cabine e o pessoal de terra da companhia irlandesa Ryanair na França, Bélgica, Espanha, Portugal e Itália anunciaram uma paralisação para sexta-feira, sábado e domingo pois dizem que a situação é insustentável, como sublinha o piloto Philip Boyriven:

“Se compararmos a situação atual com 2019, na época tínhamos cerca de 2500 voos por dia, em toda a rede. Agora estamos acima dos 3000 voos, mas com o mesmo número de funcionários.”

Na capital espanhola, Madrid, a União Sindical dos Trabalhadores manifestou apoio aos funcionários da Ryanair que não fazem greve pois, segundo os sindicalistas, têm medo de sofrer represálias

“Estamos exigindo coisas tão básicas como não pagar aos trabalhadores abaixo do salário mínimo, dar água aos membros da tripulação ou negociar um acordo coletivo”, diz o representante da sindical, Ernesto Iglesias

As greves e as contestações pegaram muitos passageiros de surpresa:

“Nem sequer sabíamos que havia uma greve. Fizemos o check in na internet para não termos qualquer problema. Não temos conhecimento de nada”, diz um espanhol.

Se viajar de avião vai ser difícil, nos próximo dias, na Europa, viajar de trem também não será fácil…

A falta de pessoal, o excesso de horas de trabalhos, a inflação crescente, levou a que três sindicatos de trabalhadores ferroviários convocassem, na França, uma greve nacional para o dia seis de julho, exigindo o aumento de salário e melhores condições de trabalho.

Exigências semelhantes àquelas que levaram os sindicatos do Reino Unido a convocarem uma greve semelhante para este sábado (25). Esta será a maior greve do setor, na Grã-Bretanha, das últimas três décadas.

SourceEuronews

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