Autoridades da imigração de Nagoia dizem para Dieta como redigiram o relatório sobre a morte da cingalesa
A Agência de Serviços de Imigração do Japão disse à Dieta como eles redigiram um relatório sobre a cingalesa que morreu na detenção, após uma alegação de que o relatório tem conteúdo falso.
A agência forneceu, nesta terça-feira (7), uma explicação ao Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados, em resposta às alegações feitas pelo Partido Democrático Constitucional, ou CDP, da oposição.
O relatório sobre a morte de Wishma Sandamali foi divulgado em agosto do ano passado.
A jovem de 33 anos havia sido detida em uma instalação em Nagoya, no centro do Japão, por ter ultrapassado a duração de seu visto.
Ela começou a reclamar de problemas de saúde em janeiro de 2021 e morreu no local dois meses depois.
O CDP argumenta que o relatório parece afirmar falsamente, que ela tinha feito certas observações.
Na explicação escrita, a agência diz que o principal objetivo do relatório era identificar sintomas que ela estava descrevendo para uma enfermeira com suas próprias palavras e que ela expressou acenando com a cabeça para as perguntas da enfermeira.
A agência também rejeita um pedido de liberação de todas as filmagens que mostram Wishma nas instalações, citando uma necessidade de proteger a honra e a dignidade do falecido.
Shina Takeshi, do CDP, que representa os membros do comitê do partido de oposição, disse aos repórteres que o vídeo contradiz o relatório.
Ele diz que a agência tem que escolher entre reescrever totalmente o relatório ou liberar todos os vídeos.
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