Japão faz progressos na remoção do solo de Fukushima, mas ainda enfrenta desafios
O governo japonês informa que quase todos os resíduos contaminados coletados na Província de Fukushima após o acidente nuclear de 2011 terão sido transferidos para locais de armazenagem provisória até o final deste ano fiscal.
O projeto de transferência de solo e vegetação contaminados, juntamente com outros resíduos para as instalações provisórias, começou em 2015. As autoridades dizem que isto será concluído, em grande parte, até o final do ano fiscal de 2021, no final deste mês.
O Ministério do Meio Ambiente diz que o trabalho de descontaminação, que foi realizado em outras áreas além das chamadas zonas “difíceis de retornar”, produziu cerca de 14 milhões de metros cúbicos de resíduos. Destes, 92%, ou mais de 12 milhões de metros cúbicos, foram em sua maioria transferidos para os locais provisórios, enquanto outros foram processados para reutilização.
As autoridades dizem que os resíduos que foram deixados onde estavam devido a dificuldades de transporte serão removidos no próximo ano fiscal.
Os esforços de descontaminação também estão em andamento em partes das zonas “difíceis de retornar”, que têm níveis relativamente altos de radiação. As autoridades planejam formular planos concretos para as áreas restantes após consulta aos residentes.
Os resíduos estocados nas instalações provisórias são obrigados por lei a serem retirados de Fukushima para disposição final até 2045, mas ainda não foi determinado exatamente como será feito.
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