Europa enfrenta desafios de segurança energética em meio à invasão russa da Ucrânia
As nações européias estão enfrentando o enorme desafio de garantir o fornecimento de energia em meio à invasão russa da Ucrânia.
Crescem, na União Européia, as preocupações de que Moscou possa limitar o fornecimento de gás natural ao bloco em retaliação às sanções econômicas. A Rússia fornece cerca de 40% das importações de gás natural da UE.
Isto ocorre quando a Europa enfrenta uma pressão ascendente sobre os preços. Em fevereiro, os preços ao consumidor da zona do euro subiram 5,8%, um recorde.
Especialistas dizem que os preços mais altos da energia serão refletidos nos consumidores através de contas de serviços públicos e que isso pode representar um duro golpe econômico.
Em uma reunião de emergência na última segunda-feira (7), os ministros da UE disseram que os membros precisam diversificar o fornecimento de gás para depender menos da Rússia, ao mesmo tempo em que enfatizam que é improvável que o bloco fique sem gás natural a curto prazo.
A Agência Internacional de Energia estabeleceu um plano de 10 pontos para reduzir a dependência da UE em relação ao gás natural russo. O plano inclui o bloco não assinar nenhum novo contrato de fornecimento com a Rússia e substituir os suprimentos russos por gás de fontes alternativas.
Ele também exige a aceleração da implantação de novos projetos eólicos e solares e a maximização da geração de energia nuclear.
A AIE disse que a UE poderia reduzir suas importações de gás natural da Rússia em mais de um terço no prazo de um ano através destas medidas.
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