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Combates se intensificam ao redor de Vyiv

As forças russas continuam seus ataques às cidades ucranianas em meio ao aumento da morte de civis. O presidente ucraniano está, mais uma vez, apelando para a ajuda internacional.

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Combates se intensificam ao redor de Vyiv

As forças russas continuam seus ataques às cidades ucranianas em meio ao aumento da morte de civis. O presidente ucraniano está, mais uma vez, apelando para a ajuda internacional.

As tropas russas bombardearam os bairros ao redor de Kyiv.

O prefeito de Kyiv, Vitali Klitschko, diz que o povo está pronto para lutar, acrescentando que o que os russos estão fazendo aos civis ucranianos é um crime internacional.

O prefeito de Kyiv impôs um toque de recolher de 35 horas e exortou todos os residentes a encontrar um abrigo seguro.

Médicos e estudantes em um hospital improvisado montado em um abrigo anti-bombas estão fazendo o que podem para prestar atendimento de emergência.

Os combates já ceifaram a vida de mais dois jornalistas. Eles estavam trabalhando com a rede da American Fox News quando seu veículo ficou debaixo de fogo nos arredores da capital.

Enquanto os russos continuam a avançar, a OTAN diz que está observando.

O Secretário Geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse: “Quando vemos mais atividades militares, quando assistimos a combates que acontecem perto das fronteiras da OTAN, há sempre um risco de incidentes e acidentes”.

Stoltenberg acrescentou que a aliança se reunirá na próxima semana em Bruxelas.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy há muito tempo pressiona para a entrada na OTAN – algo a que a Rússia se opõe veementemente.

Na terça-feira (15), ele admitiu que a proposta era irrealista. Zelenskyy disse: “É claro que a Ucrânia não é membro da OTAN. Há anos ouvimos falar de portas abertas, mas já ouvimos que não poderemos aderir a ela. É a verdade e necessário admiti-la”.

Mas Zelenskyy disse que a OTAN precisa declarar uma zona de exclusão aérea para proteger seus cidadãos, 3 milhões dos quais, até agora, foram forçados a fugir e procurar refúgio em países vizinhos.

Os líderes de três nações da Europa Central – Polônia, República Tcheca e Eslovênia – viajaram para Kyiv para se encontrar com Zelenskyy e manifestar seu apoio.

O primeiro ministro polonês, Mateusz Morawiecki, disse que a União Européia tem que conceder rapidamente o status de candidato à Ucrânia e convidá-la a aderir.

O primeiro-ministro tcheco, Petr Fiala, disse: “A principal mensagem de nossa missão é dizer ‘você não está sozinho, nossos países estão com você'”.

Zelenskyy qualificou a visita como “um poderoso testemunho de apoio”.

A visita ocorre quando negociadores ucranianos e russos permaneceram num impasse nas conversações sobre um cessar-fogo. As equipes estão preparadas para se reunir novamente pelo um terceiro dia consecutivo.

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