Japão aumenta as sanções contra a Rússia
O Japão está considerando aumentar as sanções contra a Rússia se Moscou tomar novas medidas em relação à Ucrânia. Os controles de exportação de semicondutores estão em cima da mesa.
O Primeiro Ministro, Kishida Fumio, encontrou-se com altos funcionários do governo em sua residência oficial na quarta-feira (23), depois que a Rússia reconheceu unilateralmente a independência de duas regiões no leste da Ucrânia.
Kishida anunciou então sanções contra a Rússia. Ele disse que o Japão suspenderá a emissão de vistos e congelará os bens de indivíduos ligados às regiões pró-russas, e imporá uma proibição ao comércio.
A emissão e circulação de novos títulos soberanos russos também serão proibidas no Japão.
Kishida condenou as ações da Rússia, dizendo que elas infringem a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, e violam o direito internacional.
Ele disse que se a situação se deteriorar ainda mais, o Japão precisará considerar rapidamente medidas adicionais em coordenação com outras nações do Grupo dos Sete e com a comunidade internacional.
Fontes próximas ao assunto dizem que o governo está considerando a possibilidade de reforçar suas medidas de sanção em etapas, em conjunto com os Estados Unidos e outras nações.
Espera-se que o governo imponha restrições à exportação de semicondutores de alto desempenho e outros produtos de alta tecnologia para a Rússia.
O governo também está em conversações com outras nações com o objetivo de submeter os semicondutores para uso geral a restrições de exportação, se a Rússia agir para piorar ainda mais a situação.
Kishida e outros líderes das nações do G7 estão agendados para realizar uma cúpula de emergência on-line nesta quinta-feira (24). Espera-se que eles confirmem que trabalharão em conjunto na imposição de sanções e outras medidas para responder à crise na Ucrânia.
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