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Proibições de viagens não são eficazes diz OMS

A Organização Mundial da Saúde - OMS, afirma que as fronteiras fechadas, que bloqueiam as viagens internacionais, têm se mostrado ineficazes para lidar com a variante Ômicron do coronavírus chinês e aconselha os países a aliviar ou suspender tais restrições.

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Proibições de viagens não são eficazes diz OMS

A Organização Mundial da Saúde – OMS, afirma que as fronteiras fechadas, que bloqueiam as viagens internacionais, têm se mostrado ineficazes para lidar com a variante Ômicron do coronavírus chinês e aconselha os países a aliviar ou suspender tais restrições.

A OMS divulgou, nesta quarta-feira (19), recomendações atualizadas sobre o coronavírus chinês após realizar uma reunião de emergência na última quinta-feira (20).

As recomendações sugerem que as autoridades governamentais “suspendam ou aliviem as proibições de tráfego internacional, pois elas não oferecem valor agregado e continuam a contribuir para o estresse econômico e social”.

A OMS disse, em uma declaração, que as restrições de viagem introduzidas para conter a disseminação da variante demonstraram “a ineficácia de tais medidas ao longo do tempo”.

O Japão proibiu a entrada de praticamente todos os estrangeiros não-residentes desde 30 de novembro, como parte dos esforços para conter a propagação da variante Ômicron. O fechamento foi inicialmente previsto para um mês, mas foi prorrogado pelo menos até o final de fevereiro.

Muitos nos campos acadêmico e empresarial expressaram preocupação, já que dezenas de milhares de estudantes e trabalhadores internacionais ficaram retidos.

O vice-secretário chefe de gabinete japonês, Kihara Seiji, na manhã de quinta-feira (20), disse aos repórteres que o país tomou as medidas mais duras de todas as nações do Grupo dos Sete para minimizar o influxo da variante.

Ele prosseguiu dizendo que isto foi feito com o objetivo de garantir tempo para se preparar para um aumento de casos no país.

Ele disse que há uma “clara diferença no número de casos Ômicron no Japão e no exterior” e que o país manterá as restrições atuais. Ele observou que exceções por motivos de preocupação humanitária ou de interesse nacional podem ser consideradas.

O Japão relatou um número recorde de novos casos de infecção na quinta-feira (20), com mais de 46.000.

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