Pedro Mann: um dos grandes talentos da nova geração

Pedro Mann, cantor, compositor e multi-instrumentista carioca, vem se firmando como um dos principais artistas da nova leva da MPB. Em 2013 lançou seu primeiro álbum solo “O Mundo Mora Logo Ali” e em 2016 veio “Cidade Copacabana”(produzido por Duani e Lucas Santtana). Em 2020 lançou seu terceiro álbum “Salineiras”, com a produção de Rodrigo Vidal, produtor de artistas como: Marisa Monte, Maria Gadú, Paulinho da Viola, Natiruts, entre outros.

No decorrer de 2021, Pedro apresentou uma sequência de singles, recriando canções de seu repertório ou revelando faixas inéditas. No álbum “Salineiras”, Pedro combinou letras intimistas, de grande entrega e vulnerabilidade, usando instrumentos acústicos em arranjos sofisticados.

Vindo de família de músicos, aos 8 anos Pedro Mann começou a estudar piano e violão. Depois veio seu interesse pelo contrabaixo e seguindo esse fluxo se graduou Bacharelado em música pela Uni Rio.

Desde muito novo já criava suas próprias composições, aos 14 anos montou sua primeira banda, “INOX” com a qual gravou um disco homônimo e ganhou o Festival Mistura Jovem 2002. No mesmo ano, formou o Sexteto instrumentista de jazz, Bondesom, formado por ex-alunos de Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) com três álbuns gravados –Bondesom (2007), Procurando Lola (2012) e Três (2014).

“O Mundo Mora Logo Ali”, seu primeiro disco, apresenta canções autobiográficas em grande parte solares que falam de relacionamentos que precisam fertilizar ou parar para que o tempo depure, ou seja, estabeleça ou não a sua continuação. No segundo, “Cidade Copacabana” (2016), Pedro olhava para o entorno em canções urbanas que remontavam ao imaginário de um bairro com dimensões de cidade, onde passou a infância e escolheu voltar.

Pedro possui mais de 800 mil plays em seu spotify com média de 30 mil ouvintes mensais. No youtube, está chegando a 1 milhão de visualizações com mais de 10 mil inscritos no seu canal oficial.

Em 2018 sua música “Vai mas Volta” foi descoberta pela JB FM entrando na sua programação. Logo outras rádios do dial carioca se interessaram e a canção entrou na programacão das radios ANTENA 1, Sulamérica Paradiso FM, dentre outras.

Como compositor, Pedro Mann já foi gravado por artistas como Lucas Santtana, Matheus VK, Angelo Paes Leme, Antonia Adnet, Vanessa Longoni, dentre outros. Já dividiu o palco com vários artistas, entre eles Gilberto Gil, Roberta Sá, Geraldo Azevedo, Forróçacana e Pedro Luis.

Em 2019, o artista participou do festival A.NOTA com a cantora Thais Gulin e fez uma bem sucedida temporada de shows semanais no porão da Casa de Cultura Laura Alvim. Ainda nesse ano, Pedro fez sua estréia em São Paulo com show no estúdio Bixiga contando com a participação da cantora Tiê e gravou o programa Experimente do Canal BIS.

Em junho de 2021, lançou durante a quarentena seu EP “ASA”  com quatro composições autorais, dividindo os vocais com nomes da MPB que vem despontando no cenário musical, como o carioca Caio Prado em “Tudo que a gente pode ser” e “Fiz Uma Canção de Amor”, com a brasiliense Laura Petit.

Ao longo de quatro músicas, Pedro se debruça sobre momentos diversos de uma relação a dois. “Faz Um Bem” e “Fiz Uma Canção de Amor” falam sobre o início e o fim de um relacionamento, respectivamente. Enquanto a primeira explora a aproximação de alguém especial, a segunda onde divide o vocal com Laura Petit apresenta um diálogo de separação.

A parceria com a Laura foi uma indicação do selo Pomar Cultural e como ela morava em Curitiba e Pedro no Rio, Laura gravou tudo da casa dela e Pedro na sua, usando seu projetor.

O EP conta a história de uma relação, fala das diferentes formas de afeto e ainda traz as canções “Faz Um Bem” “Asa”.

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Pedro Mann / Produção
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Da Redação by Cleo Oshiro

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Sou a Cleo Oshiro, uma mineira que no ano de 2002 optou por viver no Japão com a família. Em 2010 a Revista GVK Internacional no Brasil, especializada em karaokê, me descobriu no Orkut e através da minha paixão pela música e karaokê, decidiram fazer uma matéria sobre minha vida aqui no Japão, afinal foi aqui na cidade de Kobe que ele surgiu e se espalhou pelo mundo. Com a repercussão da matéria, eles me convidaram para ser a Correspondente Internacional da revista no Japão e aceitei o desafio e não parei mais. Fui Colunista Social por 2 anos no Portal Mie/Japão, da Revista Baladas Internacional/ Suiça, na BDCiTV/EUA e na Revista Biografia/ Brasil, realizando entrevistas com várias personalidades do meio artístico. Minhas matérias são para divulgar o trabalho dos artistas, sem apelos sensacionalistas, mesmo porque meu foco é mostrar a imensidão de talentos espalhados pelo mundo sejam famosos ou não. Atualmente faço parte da equipe da Rádio Shiga, onde faço matérias artísticas e sou a idealizadora do programa musical The Best Of Brazilian Music em parceria com o Omote-san. O programa foi suspenso devido problemas interno, mas o tempo em que esteve no ar levava a música brasileira à outros países da Asia. O programa The Best Of Brazilian Music era apresentado em inglês pela DJ Shine Dory, uma filipina apaixonada pela MPB e Bossa Nova. A escolha pelo idioma foi para alcançar japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, já que inglês é um idioma universal e os brasileiros já contavam com o acesso as informações dos artistas através das matérias publicadas por mim no site