Kishida deve reduzir os intervalos para as doses de reforço da vacina contra o coronavírus chinês
O primeiro ministro, Kishida Fumio, anunciou planos para reduzir o intervalo entre a segunda e terceira dose da vacinação contra o coronavírus chinês, para profissionais médicos e certos idosos, para seis meses a partir dos atuais oito.
Kishida disse, nesta sexta-feira (17), que a vacina Moderna, aprovada na quinta-feira (16), para a terceira dose, será usada para as doses de reforço. Ele disse que o intervalo será encurtado para cerca de 31 milhões de pessoas, depois de obter a opinião de especialistas.
O governo encurtará o intervalo para o pessoal de saúde e idosos em lares, que correm alto risco de doenças graves, para seis meses. Além disso, planeja encurtar o intervalo para outros idosos para sete meses, a partir de fevereiro próximo.
Kishida também disse que o governo iniciará o fornecimento de medicamentos orais, que foram descritos como eficazes contra a variante Ômicron, até o final do ano.
Ele disse que o governo já garantiu 1,6 milhões de doses do medicamento oral, Molnupiravir, desenvolvido pela Merck. Kishida também disse que ele e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, concordaram, em princípio, durante uma conferência telefônica no início do dia, em assegurar 2 milhões de doses do medicamento oral da empresa. Ele disse que o governo continuará a negociar para finalizar o acordo, inclusive sobre o prazo de entrega.
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