França tornará o passaporte de vacinação obrigatório
O governo francês deverá exigir que as pessoas apresentem provas de vacinação para entrar em locais públicos, com o objetivo de obrigar as pessoas a se vacinarem em meio à rápida disseminação da variante Ômicron do coronavírus chinês.
Vários franceses foram testados para o vírus na semana passada, antes das férias de Natal.
A contagem diária de novos casos de coronavírus chinês ultrapassou 100.000 pela primeira vez no sábado (25).
O projeto de lei do governo sobre novas medidas anti-vírus foi aprovado em uma reunião do Gabinete na segunda-feira (27).
As novas medidas incluem o passaporte de vacinação que permitirá aos portadores entrar em restaurantes e museus, assim como usar sistemas de transporte de longa distância.
Não aceitará mais certificados negativos com base nos testes, em princípio.
A legislação entrará em vigor em 15 de janeiro, se for aprovada pelo parlamento.
O primeiro-ministro francês, Jean Castex, disse nesta segunda-feira (27) que as medidas são necessárias para evitar que os hospitais fiquem sobrecarregados e para evitar perturbações econômicas, já que a variante, altamente contagiosa, Ômicron continua a se espalhar.
Castex também disse que o governo está estreitando o período em que as pessoas são elegíveis para uma terceira dose de reforço de quatro para três meses. Ele disse que o governo planeja endurecer a punição dos portadores de certificados de vacinação falsificados, que estão sendo distribuídos entre as pessoas anti-vacinas.
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