Onda de protestos contra os Jogos de Pequim-2022 já atormenta o COI
Num roteiro já esperado, os protestos contra a Olimpíada de Inverno de Pequim-2022 começam a pipocar. E o mais barulhento deles, para desespero do COI (Comitê Olímpico Internacional), teve como palco um momento simbólico: a cerimônia de acendimento da chama olímpica dos Jogos do ano que vem, programados para ocorrer entre 4 e 20 de fevereiro.
Poucos minutos antes da cerimônia realizada nesta segunda-feira (18) no histórico Templo de Hera, em Olímpia (GRE), três ativistas pelos direitos humanos (duas mulheres e um homem) despistaram a segurança e entraram em uma área das ruínas, carregando uma bandeira do Tibete. O ato aconteceu instantes antes da atriz que fazia o papel da alta sacerdotisa do Templo iniciar a cerimônia.
Mesmo sem aparecerem nas imagens da transmissão oficial, foi possível ouvir os gritos “Não aos Jogos genocidas”. Isso tudo diante do próprio presidente do COI, Thomas Bach, e da presidente da Grécia, Katerina Sakallaropoulou. Os ativistas foram presos e liberados no final do dia.
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